Filmes, broas de fubá e funk carioca

O Cinesesc é um dos meus lugares preferidos de São Paulo. Cravado na agitada Rua Augusta, sentido Jardins, o cinema tem uma sala confortável para mais de 300 pessoas. Inaugurada em 1979, ela é equipada com uma senhora tela e um bar ao fundo, onde é possível cometer o despautério conversar ou tomar uma bebida em boa companhia durante a exibição do filme.

Ainda no quesito estrutura, o Cinesesc tem a seu favor um café com preços justos. Para acompanhar o expresso, entre outras delícias, o cardápio traz a porção de broas de fubá salpicadas de erva doce, que lembra receita de vó. O hall onde está o café abriga ainda exposições fotográficas. Vale destacar também o atendimento de toda a equipe, sempre cortês e simpático.

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Foto: Alf Ribeiro / Cinesesc

Aliada a tudo isso está a programação, que faz o Cinesesc se destacar ente as diversas salas da cidade. Lá, a Sétima Arte é explorado de diferentes ângulos e possibilidades, para além das exibições. O cinema sedia festivais, mostras ligadas a diretores, países e temas específicos; bate-papos com profissionais do ramo, debates, cursos, sessões especiais de grandes clássicos e estreias exclusivas de títulos em 3D. Boa parte dessa programação é oferecida ao público de forma gratuita. Para quem tem um mínimo de fascínio pela combinação sala escura + telona, lá é praticamente o paraíso.

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Foto: Aline Arruda / Cinesesc

A ideia de falar sobre o Cinesesc neste blog veio depois de uma boa novidade divulgada na fanpage do cinema no começo desta semana. A partir desta sexta, 31, entra em cartaz o documentário "A Batalha do Passinho", de Emílio Domingos. Lançado em 2013, o longa focaliza o movimento em torno de uma dança que despontou recentemente nas favelas do Rio de Janeiro. Com a ajuda da internet, o passinho se tornou um fenômeno entre os jovens cariocas e uma nova forma de dançar o funk. O filme já foi exibido algumas vezes em São Paulo em sessões especiais (perdi todas elas), mas nunca permaneceu em cartaz. Pretendo não vou deixar essa oportunidade passar novamente e recomendo que você faça o mesmo.

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Se você interessou, aproveite que a sessão de hoje, às 20h, tem entrada Catraca Livre. Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência no local. Peça um cafezinho antes do filme, experimente as broas de fubá e volte aqui depois para contar como foi a experiência. :-)

Assista ao trailer:

image Amauri Terto, Editor da Rede Catraca

Qual filme você indica?

O Catraca livre perguntou aos seus “catracaqueiros”:

“Qual filme você indica para os seus leitores e o por quê?

Se você ficou curioso, ou está apenas à procura de alguma indicação, está no lugar certo. Veja a lista abaixo: 

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Filme: As Neves do Kilimanjaro

Direção: Robert Guédiguian 

Um filme leve e de maneira sutil nos faz refletir sobre as nossas escolhas e “morais”.

(Leticia Leda Sabino - Rua Livre)

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Filme: O Curioso Caso de Benjamin Button

Direção: David Fincher 

Baseado em um conto criado na década de 20, por F. Scott Fitzgerald, o filme emociona do começo ao fim. Ao assistir pela primeira vez, pensei demais em minha primeira filha - que na época tinha 2 anos - e no futuro que eu desejava para ela. Questionamentos sobre a sociedade, o preconceito, os limites de cada um frente aos seus desejos e suas possibilidades não saíram de minha mente. Todos têm um tempo limitado neste mundo; mas encarar isso de frente e tentar aproveitar da melhor forma é um desafio diário.

(Lia Roitburd - Gestora)

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Filme: Antes que o diabo saiba que você está morto

Direção: Sidney Lumet

Adoro o filme porque ele foi uma grande surpresa. Quando tive a oportunidade de assisti-lo, não tinha ideia de que era o último longa-metragem lançado pelo brilhante diretor Sidney Lumet (1924-2011). Ele também dirigiu outros títulos que eu amo, como “Doze Homens e uma Sentença” (1957), “Um dia de Cão” (1975) e “Rede de Intrigas” (1976). O elenco conta com a participação das feras: Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke e Albert Finney. A história é simples: dois irmãos decadentes planejam um assalto à joalheria dos pais, mas algo muito sério acontece. A grande sacada é que as cenas são repetidas de acordo com a perspectiva de cada personagem. Fantástico!

(Bruno Motta Melo - Repórter Agenda Cidades)

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Filme: A Viagem de Chihiro

Direção: Hayao Miyazaki

Mostra todo o poder e a beleza do cinema de animação japonês. Uma grande influência para mim nos quadrinhos. 

(Alexandre De  Maio - Gerente de Tecnologia)

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Filme: Once - Apenas uma vez

Direção: John Carney

Não sou a pessoa mais chegada ao gênero musical, mas valorizo filmes que têm uma boa trilha sonora. “Once” - em português, “Once - Apenas uma vez” - não somente me surpreendeu pelas canções, que são tocadas na íntegra em sua maioria, mas também me arrebatou pela originalidade e delicadeza da história. O longa irlandês é protagonizado por duas feras da música, Glen Hansard e Markéta Irglová, que não deixam nada a desejar na atuação, carregada de verdade e emoção. É um filme para românticos e para amantes de boa música e do cinema em sua versão mais genuína. 

(Camila Passetti - Editora da Agenda São Paulo)

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Filme: O Filho da Noiva

Direção: Juan José Campanella 

Um filme tocante e com atuações destacadíssimas dos três personagens principais. Interessante por ser um drama “trivial” de uma família portenha.

(Ítalo Bosco - Editor do Samba em Rede)

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Filme: Casablanca

Direção: Michael Curtiz

Este clássico de 1942 se passa na cidade de Casablanca, no Marrocos. Local que durante a conquista nazista foi muito utilizada como saída da Europa para a America. Com uma trama interessante e momentos de tensão, é um filme antigo que desperta diversos sentimentos. No final dá um nó na garganta. Assista!

(Ellen Miranda - Social Mídia)

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Filme: Passageiro - Profissão: Repórter

Direção: Michelangelo Antonioni

Um dos clássicos do diretor italiano Antonioni, este filme marcou o início do meu contato com os grandes clássicos do cinema. Também foi uma das primeiras vezes que me impressionei com uma atuação de Jack Nicholson, até então apenas uma promessa como ator. O modo “bipolar” como Nicholson muda de personalidade durante o filme, os planos-sequência espetaculares e as dúvidas deixadas no ar por Antonioni ajudaram a tornar esse filme inesquecível.

(Alex Mirkhan - Editor de Cidades)

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Filme: Alabama Monroe

Direção: Felix Van Groeningen

É uma das mais deliciosas viagens musicais da música folk americana. É uma história de amor pela música, no que ela tem de mais profundo para expressar as emoções humanas.  

(Gilberto Dimenstein - Coordenador Geral)

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Filme: In This World

Direção: Michael Winterbottom

Eu gosto desse filme porque mistura drama e documentário ao mostrar a saga de dois adolescentes refugiados do Afeganistão até Londres. 
Eles usam táticas ilegais para cruzar as fronteiras, como suborno e traficantes de pessoas. Também tiveram diversos problemas com governos do Irã e Paquistão.
O filme não é um documentário comum porque os personagens são pessoas normais atuando como elas mesmas. 
Isso deixa o filme interessante, pois consegue dramatizar a situação dos refugiados, gerando reflexão para um dos temas mais complexos e atuais que vivemos: a migração. 
Sou fã do diretor e recomendo qualquer outro filme dele.

(Victor Sousa - Editor de Mercado, Emprego e Negócios)

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Filme: O Lobo de Wall Street

Direção: Martin Scorsese

Aos 71 anos de idade Martin Scorsese ainda consegue fazer um filme que segura, ao longo de suas três horas de duração, um ritmo frenético, histérico e hilário sem cansar o espectador. Essa espécie de “Os Bons Companheiros” versão mercado financeiro conta a história de um corretor e sua ascensão em Wall Street. A história (real) de Jordan Belfort é interpretada por um Leonardo DiCaprio que, entre carreiras, golpes, subornos e prostitutas, não pensa duas vezes em quebrar a quarta parede e interagir com quem está do outro lado da tela. 

(Felipe Blumen - Repórter de Urbanidade e Inovação) 

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Filme: Preciosa - Uma História de Esperança

Direção: Lee Daniels

Baseado em uma história real, contada no livro “Push” de Sapphire, é um filme doído, que fala sobre Claireece Precious Jones, uma adolescente negra, gorda e pobre. Precious é violentada física e psicologicamente pela mãe e pelo pai – com quem teve uma criança com síndrome de down, após ser estuprada diversas vezes por ele. Ela precisa lutar para estudar e tentar ter uma vida melhor.
O retrato de uma realidade difícil de ser encarada. O preconceito, o racismo, a gordofobia, a violência de gênero, tudo junto. Gera diversas reflexões, incomoda e nos tira da zona de conforto. E, por isso, acho tão importante.

(Natalia Mendes - Editora de Educação)

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Filme: Azul é a cor mais quente

Direção: Abdellatif Kechiche 

Baseado em um HQ, o filme trata dos conflitos de Adèle, uma garota que está no fim da adolescência e tenta se achar em meio ao mundo e acaba se descobrindo em seus desejos.

A fotografia é perfeita, onde o tom de azul se espalha cada frame, além disso, o diretor soube manipular as atrizes perfeitamente tornando um dos filmes mais intenso e sincero de 2013.

As atuações são impecáveis, as duas atrizes convencem e emociona qualquer público, desde a cena do primeiro encontro, até as cenas mais quentes. As cenas de sexo são necessárias, como um bom filme francês a proximidade com a realidade é nítida, mas de fato não foram essas cenas que me causaram mais impacto.

O longa me ganhou nos detalhes, na boca suja de macarrão, as lágrimas no rosto, no cabelo bagunçado e principalmente nos olhares. O drama não é uma simples história clichê de amor entre duas pessoas do mesmo sexo, mas uma descoberta intensa e apaixonante. 

(Kauira Grillo, Social Mídia) 

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Filme: Memento (Amnésia)

Direção: Cristopher Nolan

Todo mundo conhece Christopher Nolan pela última trilogia de Batman (Begins; O Cavaleiro das Trevas e O Cavaleiro das Trevas Ressurge) e o incrível “Inception” (A Origem), mas Nolan é inventivo desde muito tempo atrás. “Memento” é apenas seu segundo longa-metragem no grande circuito e é de uma competência ímpar. 

Para resumir: o filme começa de trás para frente. Desde o primeiro frame, você já sabe o final da história. Para fazer isso, o diretor precisar ter um domínio de cena, de narratiuva e de roteiro simplesmente incrível. 

A história: Um ladrão ataca um casal, terminando por matar a mulher e deixando o homem à beira da morte. Apesar de sobreviver, o trauma abissal causa uma perda de memória constante que o impede de gravar fatos recentes. A partir de então ele parte em uma jornada pessoal a fim de descobrir o assassino de sua mulher, mas o faz através de fotografias.

É de bater palmas ao final. 

(Diego Torres - Social Mídia)  

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Filme: Cidade dos anjos

Direção: Brad Silberling

Eu gosto desse filme por ser uma história de amor. Ele retrata o amor, de uma maneira tão simples e verdadeira, deixando como exemplo o que é amar. O que ficou pra mim é, quando amamos de verdade fazemos qualquer sacrifício e enfrentamos qualquer coisa, mesmo que ele não seja eterno.   

(Fernanda Santos - Assistente Geral) 

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Filme: Frances Ha

Direção: Noah Baumbach

O filme passa uma mensagem de que é necessário que a gente se desconecte um pouco da própria vida para poder viver plenamente.

(Maurício Costa - Assistente de Edição da Agenda São Paulo)

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Filme: Fame

Direção: Allan Parker

Em 1996, assisti pela primeira vez ao filme Fame, produzido em 1983 e dirigido pelo renomado Allan Parker. O Musical conta um pouco da história dos alunos da Escola de artes dramáticas de Nova Iorque. Enquanto ainda tocavam os primeiros acordes do tema de abertura, eu já sabia que aquela experiência iria mudar a minha vida. Dito e feito. Duas semanas depois eu estava matriculado em um curso livre de dança e canto, o que mais tarde se tornou o amor pelo balé clássico e por todo tipo de arte performática.

(Diego Dias - Coordenador de Projetos)

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Filme: Valentin

Direção: Alejandro Agresti  

“Valentin” (2002) é uma das pequenas joias do cinema argentino contemporâneo. Dirigido por Alejandro Agresti, o filme acompanha as desventuras de um garoto de 8 anos, membro de uma família imperfeita. Inteligente e ingênuo, ele vive com a avó (interpretada por Carmen Maura, estrela de diversos filmes de Almodóvar) de quem ouve muitas histórias. Seu pai é um mulherengo e figura ausente devido à rotina de trabalho. A mãe, por sua vez, desapareceu desde a separação do casal. Sob uma atmosfera bucólica do final dos anos 1960, carregando consigo o sonho de se tornar um astronauta, Valentin percebe que sua família pode melhorar quando vê em Letícia, a nova namorada de seu pai, uma possível substituta materna. Filme-família, “Valentin” mostra pela ótica de uma criança que a vida é uma mistura de coisas boas e ruins. Nas palavras do protagonista: “a vida é um talharim”. 

(Amauri Terto - Editor de Rede) 

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Filme: O segredo dos seus olhos

Direção: Juan José Campanella

Ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. O filme tem um belo roteiro e é de uma sutileza, uma sensibilidade. Sua trama intrigante terá o mistério desvendado apenas no final.

(Luciana Reis - Freelancer)

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Filme: Intocáveis

Direção: Eric Toledano

Filme francês baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo “Le Second souffle”. Aborda a relação de um milionário tetraplégico e do seu auxiliar de enfermagem. Mostra como pode ser encantador e promissor o encontro de pessoas com repertórios de vida tão diferenciados.

(Keila Baraçal - Subeditora) 

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Filme: O Mordomo da Casa Branca

Direção: Lee Daniels

Inspirado na história de um mordomo negro que serviu diversos presidentes na Casa Branca, mostra o conflito entre duas gerações: sobreviver em um mundo onde reina o racismo e querer lutar para viver com direitos iguais. O mordomo, ex-escravo, abomina as atitudes revolucionárias do filho, que prefere morrer a ser discriminado. Interpretado brilhantemente por Forest Whitaker, o mordomo passa por um processo longo de submissão até entender que poderia lutar por direitos civis. Vive o bastante para ver Obama ser eleito.

(Isabella Schisler Giordano - Repórter de Samba em Rede)

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Filme: Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia

Direção: Hector Babenco

É um clássico filme policial brasileiro dirigido por Hector Babenco. Trata da história de Lúcio Flávio, o famoso assaltante de bancos dos anos 70. Mesmo com o ritmo mais lento dos filmes daquela época, a obra cria constante tensão no espectador, que não sabe quando e como a polícia encontrará o esperto bandido.

(Leonardo Blecher - Repórter de Urbanidade e Inovação)

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Filme: Festim Diabólico

Direção: Hitchcock

Eu indico Festim Diabólico, do Hitchcock… um dos melhores filmes que já vi.. é de 1948, se passa apenas em um plano, dentro de uma sala, na qual dois amigos matam um colega de escola, cometendo o crime perfeito. Para desafiar os amigos e a família, eles convidam todos para um jantar no apartamento deles, e servem a comida em cima de um baú onde está escondido o corpo da vítima.

(Fernanda Russo Filomeno - Freelancer)

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Filme: À Prova de Morte

Direção: Quentin Tarantino

Filme de Quentin Tarantino, de 2007… Traz as principais características tarantinescas. Mistura ação, suspense, terror e como se trata de Tarantino, pés e sangue. As cenas de perseguição são sensacionais, de fazer pular na cadeira e torcer até o final. E, ainda conta com uma ótima trilha sonora.

(Juliana Gonçalves - Freelancer) 

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Filme: A Origem

Direção: Christopher Nolan

Tráz um ambiente de realidade e não realidade bastante complexa. Desafiou minha imaginação e criatividade.

(Felipe Reis - Gerente Administrativo) 

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Filme: Caça aos Gansteres

Direção: Ruben Fleischer

Mais um para a lista de filmes da máfia norte-americana, “Caça aos Gansteres” retrata Los Angeles no final da década de 40 e a ascensão do crime organizado. Marcado pela extrema violência, corrupção das autoridades e negligência do estado. Com um elenco encabeçado por grandes nomes do cinema, o filme conta a história de Mickey Cohen (Sean Penn), um dos líderes da máfia de Nova York, que busca expandir suas atividades pelo oeste dos Estados Unidos. Para barrá-lo, um grupo especial de policiais é organizado para combatê-lo. Destaque para a excelente trilha sonora, roteiro e boa atuação do elenco.

(André Nicolau - Repórter Geral) 

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Filme: A Língua das Mariposas

Direção: Jose Luis Cuerda

Baseado nos contos de Manuel Rivas, ‘A Língua das Mariposas’ apresenta, de forma poética, a vida do menino Moncho em meio a uma Espanha pré Guerra Civil. A pedagogia anarquista, os limites da liberdade e o preço a ser pago por aqueles que a buscam são revelados através do olhar sutil de um garoto de cerca de 10 anos de idade.

Antecedendo filmes como ‘A culpa é do Fidel!’ e ‘O ano que meus pais saíram de férias’, ‘A língua das Mariposas’ ficou marcado como pioneiro na forma de retratar a intolerância política, religiosa e moral pela visão de uma criança.

(Cora Rodrigues - Subeditora de Cidades) 

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Filme: Os Infiltrados (The Departed)

Direção: Martin Scorsese

Filme de 2006 que levou para as telonas mais uma vez a dupla Martin Scorsese, na direção e Leonardo DiCaprio, como protagonista. Além de trazer Jack Nicholson e Matt Damon. 
Só pelos créditos já seria uma excelente indicação, porém o longa é muito mais. A eletrizante montagem, com um roteiro vencedor de Oscar e uma trama de prender os olhos na tela durante 2h30 de filme, faz com que Os Infiltrados seja um dos meus filmes favoritos.

(Anderson Meneses - Gerente de Mídias)

           

                                             

Sem desculpa para não ir ao teatro

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Um dos lugares que mais frequento é a “Mostra Macunaíma de Teatro”, um evento que acontece no Teatro Escola Macunaíma, onde foi praticamente a minha casa durante quase cinco anos. Lá, também estudei e me formei como atriz.

O falatório nos corredores, os atores correndo com os figurinos, os alunos descalço comprando ingressos, os diretores em nervos, a roupas de ensaio, a maquiagem, a família, a cor, o estilo, a emoção de mais uma apresentação bem sucedida. Enfim, tudo faz parte do clima dessa mostra.

O evento acontece duas vezes ao ano, onde os espetáculos são encenados por alunos da escola e dirigidos por seus professores durante o mês de junho e julho e depois entre novembro e dezembro, com duração de 1h a 1h30 cada montagem.

Cada turma, dedica seis meses de estudo para cada espetáculo, desde o trabalho corporal, como dança e performance aos estudos de texto, autor e época. Os alunos também cuidam de todo os detalhes da peça, desde o figuro a compras do cenário. É tudo muito trabalhoso, porém muito rico para a formação dos alunos, além do cuidado com cada tema da mostra. 

São mais de 50 peças de diferentes autores consagrados, tais como: Nelson Rodrigues, Plínio Marcos, August Strindberg, Anton Tchekhov, William Shakespeare e outros.

Durante meu tempo como aluna, tive a oportunidade de apresentar texto de Oswald de Andrade, Tom Stoppard, Nelson Rodrigues, Tchekhov até adaptação do filme Amélie Poulain, enriquecendo minha formação cultural.  

Os ingressos custam R$ 14 reais, e os estudantes pagam meia entrada, ou seja, sem desculpa galera! Com tantas diversidades de autores, temas e estilos, você acaba assistindo mais que um espetáculo por noite. 

Se bater uma fome, o espaço conta ainda com uma lanchonete para que você possa esperar tranquilo o início da sessão.

Então lá pra meados de junho e novembro, fique ligado e aproveite melhor a sua noite paulistana e ganhe mais emoção em sua vida. 

image Kauira Grillo, social mídia. 

Quem poderia imaginar que se pode usar os jornais para criar a arte?

O artista Nick Georgiou, está dobrando jornais para criar esculturas e outras instalações. As esculturas são geralmente colocados em lugares públicos ao redor de Nova Iorque e em exposições em diversas galerias.